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| Pelé, o rei do futebol |
Em toda a década de 60, o Santos só perdeu um Campeonato Paulista, o de 63. Entre 57 e 68, o time manteve um histórico tabu de não perder para o Corinthians. Pelé estraçalhou todos os recordes possíveis de gols: foi artilheiro do Paulistão 11 vezes, em uma delas com absurdos 58 gols. De 61 a 65, só deu Santos na Taça Brasil – o que havia de mais parecido com o Campeonato Brasileiro. Dono de boa parte da Seleção campeã na Suécia em 58 e no Chile em 62, o Santos alçou seu nome ao exterior com a conquista de duas Libertadores e dois títulos Intercontinentais consecutivos, em 62 (derrotando Peñarol e, depois, Benfica) e 63 (Boca Juniors e Milan). O mundo ficou aos pés de Pelé e do Santos. Tanto que o time passava mais tempo fora do Brasil do que aqui: fez excursões por toda parte e até foi motivo de trégua na Guerra do Congo Belga, em 1969. O clube, o futebol e o mundo do esporte nunca mais foram os mesmos depois da tal “Era Pelé”. Que levava o nome de um homem só, mas foi responsável pela linha de ataque mais famosa do Brasil (
Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e
Pepe) e que na órbita do camisa 10 incontáveis coadjuvantes que seriam protagonistas em qualquer outra equipe de qualquer outra época, como
Gilmar dos Santos Neves, Mauro Ramos de Oliveira, Pagão, Toninho Guerreiro, Edu e
Clodoaldo.
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